

Chaplin faz dessa vez dois personagens: o judeu e o ditador. Que são idênticos. O judeu é um ex combatente da primeira guerra, elo tempo à sua vida normal depois de ficar um belo tempo internado em um hospital. Enquanto ele estava internado, muitos acontecimentos mudaram os rumos do mundo: o partido de Adenoide Hynkel toma o poder e faz discursos inflamados, assustando a multidão.
Nas ruas, os soldados invadem as casas dos judeus, agredindo-os, saqueando lojas e exaltando que os arianos são a raça superior. O pobre judeu sofre também por isso. Uma jovem pobre, Hannah, é maltratada, mas acaba socorrendo o judeu que acaba de chegar do hospital, onde esteve internado. A cena em que ela bate uma frigideira na cabeça de Chaplin tornou-se um bailado perfeito: tonto pelo golpe, ele sai "dançando" entre a calçada e a pista, com passos perfeitos.
A defesa acaba não adiantando muito, pois os soldados conseguem pega-lo e tentam inforca-lo. Ele só é salvo porque um dos chefes o conhece da guerra, pois foram colegas.
| Papel | Herbert Richers |
|---|---|
| Bernard Gorcey (Sr. Mann) | Amaury Costa |
| Billy Gilbert (Marechal Herring) | João "Jaci" Batista |
| Carter DeHaven (Embaixador da Bacteriana) | Armando Casella |
| Charles Chaplin (Hynkel, o ditador da Tomania / O Barbeiro Judeu) | Sílvio Navas |
| Emma Dunn (Sra. Jaeckel) | Glória Ladany |
| Henry Daniel (Garbitsch) | Darcy Pedrosa |
| Jack Oakie (Napaloni, o ditador da Bactéria) | Waldir Fiori |
| Locutor Introdução | Ricardo Mariano |
| Locutor Placas | Márcio Seixas |
| Maurice Moscovich (Sr. Jaeckel) | Milton Luís |
| Paulette Goddard (Hannah) | Ângela Bonatti |
| Paul Weigel (Sr. Agar) | Não Identificado |
| Reginald Gardiner (Comandante Schultz) | José Santana |
| Vozes Adicionais | Alberto Perez, Armando Braga, Ayrton Cardoso, Ilka Pinheiro, Júlio Cézar, Júlio Chaves, Mário Jorge Andrade, Ronaldo Magalhães |